A Carta da Terra é fruto de um diálogo mundial, de uma década, entre várias culturas,sobre objetivos em comum e valores compartilhados. Ela foi delineada por uma iniciativa da sociedade civil e lançada em 2000. A missão da Iniciativa da Carta da Terra é promover a transição para estilos de vida sustentáveis e de uma sociedade global fundamentada em um modelo de ética compartilhada, que inclui o respeito e o cuidado pela comunidade da vida, a integridade ecológica, a democracia e uma cultura de paz.
Este Guia é direcionado a todos os educadores que se interessam em desenvolver sistemas e programas educacionais que preparam jovens e adultos para um modo de vida sustentável como cidadãos locais e globais, responsáveis no século 21. Fornece informações básicas sobre como usar a Carta da Terra em experiencias educacionais. É de grande auxílio para educadores que trabalham nas áreas de educação ambiental, educação para o desenvolvimento sustentável, educação de direitos humanos, educação de ecologia humana, educação da paz, educação humanitária, educação social e áreas associadas.
A Carta da Terra também pode ser usada para avaliar e reconstruir o currículo inteiro e as práticas de gestão de uma instituição educacional com o objetivo de assegurar que a instituição esteja fazendo tudo que pode para preparar os alunos para os grandes desafios de nossos tempos. A segunda parte deste guia descreve, em linhas gerais, a educação para formas de vida sustentáveis e a importância da Carta da Terra como um recurso de ensino e aprendizado. A terceira parte discute o significado de ética e explica o papel importante dos valores ético na Carta da Terra. A quarta parte identifica temas principais que a Carta da Terra pode ajudar a abordar em diversos ambientes educacionais.
A quinta parte lista vários objetivos educacionais que os professores podem considerar quando usarem a Carta da Terra. A sexta parte apresenta diretrizes para desenvolver materiais e programas educacionais baseados na Carta da Terra. O Princípio 14 da Carta da Terra enfatiza a necessidade de “integrar na educação formal e no aprendizado de uma vida inteira o conhecimento, os valores e as habilidades necessárias para se er uma forma de vida sustentável”. Desde o começo, a educação tem estado no centro do propósito da Carta da Terra e tem sido um dos principais focos dos programas desta Iniciativa. Um importante conjunto de conhecimentos vem sendo desenvolvido em torno do uso da Carta da Terra no ensino e no aprendizado. Educadores de todas as regiões do mundo têm contribuído para esse conjunto de conhecimentos, baseando-se em suas experiências práticas na aplicação da Carta da Terra em diversos ambientes educacionais. A Carta da Terra está sendo usada na educação de todas as idades e dentro de contextos formais e não-formais.
Tem provado ser um instrumento de ensino muito valioso no campo da educação ambiental, e seus princípios estão de acordo com as primeiras definições de educação ambiental da UNESCO encontradas na Carta de Belgrado (1975) e na Declaração Tbilisi (1977). Tem sido utilizada na educação dos direitos humanos e de paz e em novos esforços educacionais, que têm como objetivo a
Este Guia é direcionado a todos os educadores que se interessam em desenvolver sistemas e programas educacionais que preparam jovens e adultos para um modo de vida sustentável como cidadãos locais e globais, responsáveis no século 21. Fornece informações básicas sobre como usar a Carta da Terra em experiencias educacionais. É de grande auxílio para educadores que trabalham nas áreas de educação ambiental, educação para o desenvolvimento sustentável, educação de direitos humanos, educação de ecologia humana, educação da paz, educação humanitária, educação social e áreas associadas.
A Carta da Terra também pode ser usada para avaliar e reconstruir o currículo inteiro e as práticas de gestão de uma instituição educacional com o objetivo de assegurar que a instituição esteja fazendo tudo que pode para preparar os alunos para os grandes desafios de nossos tempos. A segunda parte deste guia descreve, em linhas gerais, a educação para formas de vida sustentáveis e a importância da Carta da Terra como um recurso de ensino e aprendizado. A terceira parte discute o significado de ética e explica o papel importante dos valores ético na Carta da Terra. A quarta parte identifica temas principais que a Carta da Terra pode ajudar a abordar em diversos ambientes educacionais.
A quinta parte lista vários objetivos educacionais que os professores podem considerar quando usarem a Carta da Terra. A sexta parte apresenta diretrizes para desenvolver materiais e programas educacionais baseados na Carta da Terra. O Princípio 14 da Carta da Terra enfatiza a necessidade de “integrar na educação formal e no aprendizado de uma vida inteira o conhecimento, os valores e as habilidades necessárias para se er uma forma de vida sustentável”. Desde o começo, a educação tem estado no centro do propósito da Carta da Terra e tem sido um dos principais focos dos programas desta Iniciativa. Um importante conjunto de conhecimentos vem sendo desenvolvido em torno do uso da Carta da Terra no ensino e no aprendizado. Educadores de todas as regiões do mundo têm contribuído para esse conjunto de conhecimentos, baseando-se em suas experiências práticas na aplicação da Carta da Terra em diversos ambientes educacionais. A Carta da Terra está sendo usada na educação de todas as idades e dentro de contextos formais e não-formais.
Tem provado ser um instrumento de ensino muito valioso no campo da educação ambiental, e seus princípios estão de acordo com as primeiras definições de educação ambiental da UNESCO encontradas na Carta de Belgrado (1975) e na Declaração Tbilisi (1977). Tem sido utilizada na educação dos direitos humanos e de paz e em novos esforços educacionais, que têm como objetivo a
sustentabilidade, designada de várias maneiras, como a educação para desenvolvimento sustentável, educação para sustentabilidade e, até mesmo, educação ambiental para o desenvolvimento sustentável. Nesses diversos cenários, a Carta da Terra está contribuindo para a conceitualização crítica dos processos de educação que visam desenvolver a compreensão e promover justiça, sustentabilidade e paz.
A Organização das Nações Unidas declarou que 2005-2014 é a Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (DESD), e o entendimento da ONU da Educação para Desenvolvimento Sustentável inclui questões mais amplas de justiça, sustentabilidade e paz. De acordo com o plano da UNESCO para a implementação do DESD, o objetivo principal do DESD é “integrar os valores inerentes ao
desenvolvimento sustentável em todos os aspectos do aprendizado para encorajar mudanças de comportamento que permitam uma sociedade mais sustentável e justa para todos”. Uma pergunta-chave para DESD é: quais os valores inerentes ao desenvolvimento sustentável e os princípios éticos que podem guiar maneiras sustentáveis de viver?
A Carta da Terra reflete um consenso crescente na emergente sociedade civil global sobre valores universais para o desenvolvimento sustentável e pode-se afirmar, sem dúvida, que representa um conjunto central de princípios éticos compartilhados por uma base ampla e multicultural de apoiadores globais. Na visão holística promovida pela Carta da Terra, o desenvolvimento sustentável ou maneiras sustentáveis de vida requerem mudanças nos corações e nas mentes dos indivíduos, assim como na reorientação de políticas e práticas públicas. A educação é chave para avançar a transição para maneiras mais sustentáveis de viver porque ela pode ajudar a gerar relacionamentos mais empáticos entre os humanos e entre os humanos e o mundo natural. Pode facilitar a procura criativa de formas de desenvolvimento que sejam mais ambientalmente e socialmente responsáveis. Para que isso aconteça, é crucial promover uma educação que ajude as pessoas a entenderem as mudanças fundamentais necessárias quando se busca o desenvolvimento sustentável.
Por Vladimir Ribeiro.







